Posts Tagged ‘random’

Quick indignation

2009.05.26 17:24 by Leo Antunes - 0 Comment

How can some people refer to MySpace as an industry-changing symbol of Web2.0?
I know the term is pretty vague in its buzzwordyness, but I see MySpace as a prime example of a turn-of-the-millennium web page: bloated, impractical, static and ugly; as a sort of social version of Geocities (RIP, BTW) or some of those other epic dinosaurs of its era, which – as much as it pains to remember them – were certainly a big push in the initial mainstream adoption of the net as a repository of content.
So yeah, MySpace might have been exactly as important pushing the Inter-Hammock in a more social direction, but claiming it’s Web2.0 sounds like a vain use of the word, even for a buzzword.

Miscelânea showzística

2008.11.26 00:52 by Leo Antunes - 3 Comments

Esse fim de semana eu fui num show do Ben Folds em Essen e algumas coisas me ocorreram.

Primeiro o quão mal ele canta. Não me incomoda tanto porque ele nem tenta cantar bem e dá a impressão de não se levar tão a sério, mas mesmo assim chama atenção a quantidade de desafinadas tipo puberdade-fora-de-hora.

Outra coisa foi o quanto o baixista parece com o Chief Tyrol (neeeerd!).

É interessante como os shows aqui são vazios. Mesmo o show do Battles, que foi talvez o mais cheio que eu fui, estava “cheinho” nos padrões paulistanos. Talvez isso seja um fenômeno que afete só os estilos musicais “não tão pop”.

No show eu vi algo que não via há muito tempo: uma câmera fotográfica analógica. Mas não uma SLR analógica, que no mínimo seria justificada pela qualidade, mas sim uma daquelas bem baratas. Considerando que hoje em dia o preço da revelação ultrapassa o preço de uma máquina digital depois de dois filmes de 36 fotos, eu fiquei me perguntando o que levaria alguém a continuar com uma dessas.

Pra concluir: o show foi legal.

Mundo pequeno

2008.07.08 20:05 by Leo Antunes - 3 Comments

As coincidências de pessoas-que-conhecem-pessoas sempre me impressionaram:
Os pais de uma ex-namorada (dá pra chamar alguns meses naquela idade de namoro?) eram amigos dos meus pais vinte anos antes de nós nos conhecermos. Só descobrimos depois de algum tempo de “namoro”.
O pai de uma outra ex-namorada (essa era mesmo) já tinha trabalhado com o meu pai. Também só descobrimos um bom tempo depois.
Meu primeiro chefe já tinha trabalhado com a minha mãe. Idem.
A “tia” (é uma história complicada) de um amigo de infância era uma amiga de infância da minha mãe, que minha mãe não via há muitos anos. Só descobrimos quando os dois foram convidados pra um aniversário, ele por mim, ela pela minha mãe, mais ou menos 12 anos depois de eu ter conhecido esse amigo na escola.

Até aí, essas coincidências podem ser explicadas pela relativa proximidade geográfica e um certo inbreeding cultural da classe média Paulistana pós-hippie (eca).

Mas aí acontecem as conexões realmente bizarras, por exemplo uma amiga (por acaso mais meiga que um carcaju no cio e praticamente ignorante do conceito de sarcasmo) que conheceu aleatoriamente um amigo do meu tio. Considerando a diferença de idade (atualmente 1:2), a distância geográfica (cidade diferentes) e a quase completa falta de atividades comuns (tirando a internet), eu considero isso uma conexão bem bizarra. Adicionando à história a forma como eu e ela nos conhecemos, que também não é nada cliché, o circulo completo vira uma total aberração estatística.

6 degrees from of Kevin Bacon é jogo-da-velha perto disso.

PS.: caralho, existe a palavra “abstruso” em inglês! Que genial! Agora posso usar minha palavra favorita em inglês também! Wheeeee!