Posts Tagged ‘complaint’

Yeah, about that…

2010.02.03 18:23 by Leo Antunes - 2 Comments

I was trying not to complain about it, but now that the number of people asking me about it is getting bigger, my frustration got the best of me.

I'm NOT going to FOSDEM 2010

So unfortunately I won’t see you all there.

Quick indignation

2009.05.26 17:24 by Leo Antunes - 0 Comment

How can some people refer to MySpace as an industry-changing symbol of Web2.0?
I know the term is pretty vague in its buzzwordyness, but I see MySpace as a prime example of a turn-of-the-millennium web page: bloated, impractical, static and ugly; as a sort of social version of Geocities (RIP, BTW) or some of those other epic dinosaurs of its era, which – as much as it pains to remember them – were certainly a big push in the initial mainstream adoption of the net as a repository of content.
So yeah, MySpace might have been exactly as important pushing the Inter-Hammock in a more social direction, but claiming it’s Web2.0 sounds like a vain use of the word, even for a buzzword.

Twhat?

2009.05.07 11:55 by Leo Antunes - 0 Comment

I give up. I was gonna complain about how impossible it has been these last weeks to get some geek news without having to read through thousands of headlines about how Twitter is gonna save the world and cure cancer, but now I’m gonna try and use it for real – belatedly, of course – to see if it’s really as useless for me as I’ve always thought.

Note that I won’t go as far saying it’s useless for everyone – specially since it’s more dangerous to mess with twitoholic fanboys by cursing Twitter online than cursing Mohamed inside a Mosque – but I just don’t think it matches my usual web habits.

Since I’m backpedaling I might as well join identi.ca, but nobody outside the geek world seems to know about it, so I’m peer-pressured, so to speak, into Twitter.

Prova surpresa

2008.11.30 20:14 by Leo Antunes - 0 Comment

Tem gente que é burra e não tem jeito.

Mesmo longe da terrinha ainda tem certas coisas que me perseguem, como por exemplo o Paulo Coelho. O status dele como “autor brasileiro mais vendido internacionalmente” complica um pouco minha fuga.
Tomando café com alguns colegas depois de uma prova (que diga-se de passagem poderia ter ido melhor) e lendo um catálogo de livraria me deparo não só com um livro do maldito supracitado, na lista de recomendação pra temporada de natal, como também com três (mais do que dois, menos que quatro, cinco está fora) colegas que gostam da figura. E acham ele um bom autor!
Bem, não me levem a mal. Eu tenho hábitos de leitura que me impedem de subir no palanque e dar lição de literatura. Certamente gostei de alguns livros que estão muito abaixo do que seria considerado pela banca do prêmio Nobel como papel higiênico encadernado, mas tenho a capacidade de no mínimo assumir que meu gosto não define qualidade técnica. Sei que tenho uma queda por alguns estilos e temas, e que apelando pra essas preferências mesmo um autor medíocre conseguiria me fazer gostar de um livro.
Claro, o conceito de “bom autor” é relativo à colocação do autor em questão, em relação aos demais autores comparados, e está longe de ser um conceito objetivo, mas não consigo evitar de regular por cima (ou no caso do Paulo Coelho, poderia até regular pelo meio) e usar o termo em relação – no mínimo – aos clássicos mais difundidos da literatura ocidental, já que seria demais pedir uma comparação só com autores brasileiros e/ou portugueses, geralmente desconhecidos fora de países de língua portuguesa.
Também não consigo evitar de considerar a técnica de um autor como algo mensurável – se não quantitativamente, ao menos qualitativamente – e de achar que partindo de uma tabula rasa qualquer pessoa concluiria a superioridade de um determinado texto sobre outro.
Enfim, independente da argumentação e das menções de plágio, das comparações de estilo e conteúdo, os fãs continuam com sua opinião.

Perguntas:

  1. Quem é o burro dessa história toda? Justifique sua resposta. (valendo 10 pontos)
  2. Qual é o seu nome? Qual é a sua missão? Qual é a sua cor favorita? (valendo a vida)

Resposta: eu, por me deixar levar pelo absurdo da situação e esquecer o quão estúpido é argumentar preferências pessoais – muito mais estúpido argumentar com quem gosta de Paulo Coelho.

Mais um post trazido a vocês por: Sociedade em prol dos intolerantes carentes – doe o quanto quiser, eles vão te achar idiota mesmo assim

Meus deuses ateus abençõem o fone de ouvido

2008.11.10 23:08 by Leo Antunes - 1 Comment

Existe também um lado bem desagradável de lentamente ganhar domínio de uma nova língua: quando você finalmente começa a não precisar se concentrar para entender pessoas falando em um velocidade normal, você percebe que é bem difícil parar de entender. Por exemplo quando duas minas que juntas tinham menos neurônios que o meu primeiro hamster conversam animadamente (e alto) sobre suas incríveis opiniões sobre assuntos variados no metrô.
Foram segundos bem demorados pra conseguir finalmente ligar meu iPobre.

Esse post foi trazido a vocês por: Intolerância – você não é chato, o resto do mundo que é insuportável.

“wikipídia” [sic]

2008.07.10 21:24 by Leo Antunes - 0 Comment

As entradas da Wikipedia em português são tão mal-escritas que dão até urticária.
Também é engraçado ler os artigos na Wikipedia em inglês que foram risivelmente traduzidos do português.
Por “engraçado” eu quero dizer “trágico”.

(reclamação totalmente gratuita e sem o menor sinal de atitude)